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Pesquisa especializada pode ser mais eficaz PDF Imprimir E-mail
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Ter, 05 de Junho de 2007 10:06
O Google e os outros megabuscadores incorporam cada vez mais informações, mas há coisas que eles não alcançam. Se você procura o telefone de uma pessoa, dificilmente irá encontrá-lo numa ferramenta de busca – é mais negócio entrar no site da companhia telefônica. E o que fazer se você quer mandar um e-mail, mas não sabe o endereço? Para situações como essa, existem os “buscadores verticais”, especializados em determinado assunto. No caso de e-mails, tente o people.yahoo.com . Mas nem sempre funciona.

O Google também não serve como dicionário, nem é uma boa opção para comparar preços de produtos. Nesse caso, uma boa pedida é consultar o Buscapé – veja quadro ao lado – e seus similares, como Bondfaro (www.bondfaro.com.br) e Jacotei (www.jacotei.com.br).

Para quem gosta de baixar músicas e vídeos da internet, existem buscadores como o Torrentz.

Os buscadores comuns são feitos por robôs, softwares que coletam e organizam as páginas da internet. Mas, às vezes, nada substitui a inteligência humana. O buscador Dmoz (dmoz.org) tem todos os seus sites catalogados manualmente, supostamente com resultados mais relevantes.

Existem ferramentas de busca para todos os gostos. No site oedb.org/library/college-basics/research-beyond-google , há 119 opções. Existe até uma ferramenta para pesquisar no DNA humano (gdbwww.gdb.org).

FAÇA VOCÊ MESMO
Que tal criar a sua própria ferramenta de busca? Você define o tema (música brasileira, por exemplo), indica os sites que farão parte da busca e pronto. Está no ar o seu próprio buscador – dá até para indicar aos amigos.

Você pode fazer isso com o serviço Rollyo (www.rollyo.com) ou com um recurso do próprio Google, o Coop – www.google.com/coop.

Fonte: Estadão